A máquina de fraudes nas eleições dos EUA

Nada aconteceu por acaso. A tramóia vem sendo articulada há muito tempo para dar a vitória nas eleições a Biden

A máquina de fraudes nas eleições dos EUA

Duas empresas dominam o mercado de máquinas de votação nos EUA.

A Dominion Voting Systems — que comanda mais de um terço do mercado de máquinas de votação sem ter lobistas em Washington — contratou sua primeira, uma empresa de alta potência que inclui um assessor de longa data da presidente da Câmara, Nancy Pelosi. Pelosi é presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos desde 2019, e anteriormente de 2007 a 2011. Pelosi atuou como representante dos EUA da Califórnia desde 1987. Membro do Partido Democrata e a segunda na linha de sucessão presidencial, atrás do vice-presidente. Uma espécie de Rodrigo Maia dos EUA.

O ex-chefe de gabinete de Pelosi é o lobista da empresa de software de máquinas eleitorais por trás do desastre de 2020. Nadeam Elshami, o homem por trás de Nancy Pelosi, foi chefe de gabinete da líder democrata na Câmara, depois de servir como seu diretor de comunicações nos últimos anos. 

Uma máquina de votação com software da Dominion Systems deu aos democratas 6.000 votos que pertenciam a Trump e aos republicanos. Isso em apenas 1 condado. Existem mais 47 condados em Michigan. Outros estados, como a Geórgia, usam as mesmas máquinas. 

O dono da empresa Dominium Systems é a Blum Capital Partners, L.P. Richard C. Blum faz parte do conselho da  empresa. Richard Charles Blum é um investidor americano e marido da senadora dos Estados Unidos pela Califórnia desde 1992, Dianne Feinstein, do Partido Democrata. Feinstein foi prefeita de São Francisco de 1978 a 1988.

O marido de Nancy Pelosi também é um investidor nessa empresa. A Dominion Voting Systems fez contribuições diretamente para Hillary Clinton quando essa foi candidata à presidencia dos EUA.

Existem várias conexões entre Feinstein, Kavanaugh e - surpresa - George Soros

Os líderes democratas e seus assessores liberais, junto com agitadores profissionais, estavam todos misturados e conspirando juntos para alcançar um mesmo objetivo há pouco tempo - impedir a confirmação de Brett Kavanaugh para a Suprema Corte, um dos nomeados pelo presidente Trump.

Os republicanos afirmam que a senadora democrata Dianne Feinstein arquitetou o golpe contra Kavanaugh de dentro e de fora do Congresso, apoiados pela advogada Debra Kats e pela POGO - Grupo de Litígios de Esquerda - que é co-signatária da "carta-denúncia" que Feinstein tinha sobre Kavanaugh. 

Debra S. Katz é uma advogada trabalhista e de direitos civis americana e sócia fundadora da Katz, Marshall & Banks em Washington, D.C. Ela é mais conhecida por representar supostas vítimas de agressão sexual e assédio sexual.

Debra Katz, também advogada de Christine Ford, trabalhou para George-Soros na Open Society Foundation e no Project on Government Oversight (POGO). A POGO é financiada pela Fundação Open Society de George Soros.

A POGO absorveu o Centro de Informações de Defesa, que antes era um think tank de segurança nacional de esquerda, o CDI, através de sua organização original Fund for Peace, e que tinha supostos laços com organizações da frente comunista apoiadas pela União Soviética durante a Guerra Fria.

Só em 2008 a POGO recebeu 300.000 dólares da Open Society, de George Soros. De lá para cá tornou-se beneficiária habitual do bilionário globalista.

O fornecedor número 1 de equipamentos de votação nos EUA, a Election Systems & Software, adicionou duas novas empresas de lobby no outono passado.

A empresa também informou a contratação da empresa de lobby Vectre Corp.

Membros do Congresso têm criticado essas e outras empresas por seus métodos de segurança e práticas comerciais.

A empresa de lobby do vice-presidente da Fundação Biden, Jeffrey Peck - Peck, Madigan, Jones - recebeu US$ 520 mil da Election Systems & Software desde 10/2018, com o próprio Peck listado. A ES&S é a maior empresa de máquinas de votação dos EUA, incluindo estados como Carolina do Norte, Virginia, Pennsylvania e Wisconsin.

É bom frisar: Jeffrey Peck é o vice-presidente da Fundação Biden.

É notável que esses Estados, além de outros, tiveram sérios problemas durante as apurações e reviravoltas inexplicáveis no resultado. A trama é grande. Aqui apenas arranhamos a superfície, mas serve como alerta para nós brasileiros. Se lá, com toda a vigilância exercidade pela sociedade e orgãos de segurança aconteceu isso, pode-se imaginar como poderá ser se não forem tomadas precauções mais duras contra as ações criminosas da esquerda nas eleições que estão por vir.

Referencias:

https://nypost.com/2018/09/22/how-feinstein-is-conspiring-to-destroy-kavanaugh/

https://www.influencewatch.org/non-profit/project-on-government-oversight/

https://www.sourcewatch.org/index.php/Project_On_Government_Oversighthttps://www.forbes.com/sites/danielfisher/2010/09/03/soros-makes-the-kochs-look-like-political-skinflints/?sh=2ce0e8c24d0c

https://simplyamerica.net/pelosis-former-cos-nadeam-elshami-lobbyist-for-election-machine-software-firm-behind-2020-debacle/